Para ir a um lugar, tens que ir, primeiro, à metade, e depois tens que ir à metade da distância restante, e depois à metade da metade restante, e assim por diante, eternamente. Portanto, movimento é impossível.
O paradoxo da dicotomia foi atribuído ao filósofo Zeno, da Grécia Antiga, e foi supostamente e criado como prova de que o universo é singular e de que as mudanças, incluindo a movimentação, são impossíveis (como explicado pelo professor de Zeno, Parmenides). As pessoas têm rejeitado intuitivamente este paradoxo há anos. Da perspectiva matemática, a solução – formalizada no século XIX – é aceitar que uma metade, mais um quarto, mais um oitavo, mais um sexto, etc… dá o resultado de 1. Esta ideia é similar à situação que diz que 0,999… é igual a 1. A solução desta pergunta é mais complexa e ainda um pouco obscura, tendo como base as teorias do século XX que dizem que a matéria, tempo, e espaço não são infinitamente divisíveis.



